terça-feira, 8 de dezembro de 2009

abre em rosa. flor sanguínea. - IMF


e não sei das possíveis espigas. entardeço à sombra do

incerto.aveludo-me de baldios onde a palavra é muda. e

tudo muda. das veias para o peito numa renda fina. que se

abre em rosa. flor sanguínea.

Publicada por isabel mendes ferreira em Livro invisível