
Em agosto a pluralidade das palavras pode ser de aço -
como pinceladas de carvão bagos de uvas que
amortecem os passos
de um sonho ou de um desmaio.
nada resiste ao tépido ardor de quem se consome pelos
campos da desordem.
somos pequenos de mais para tear.
o mundo combate-se com bombas de silêncio.
a garganta aquece tudo o que se esquece -
somos tão grandes para dizer nunca.
{Isabel Mendes Ferreira, Canto chão}
ROUBADO AO Bill, HOMEM DE BOM (A)GOSTO,
NO REALIDADE TORTA AQUI